MP denuncia suspeito de matar irmã em Cuiabá por feminicídio, sequestro e tortura; entenda
Marcos Pereira Soares é suspeito de assassinar a irmã de 17 anos, em Cuiabá Reprodução O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou Marcos Pereira Soares, de 23 anos, preso suspeito de estuprar e assassinar a própria irmã, pelos crimes de feminicídio qualificado, sequestro qualificado, tortura e ocultação de cadáver. O crime aconteceu no dia 10 de março deste ano, em Cuiabá. A denúncia foi apresentada pela 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá no dia 12 de maio e aceita pela Justiça no dia seguinte. Segundo o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, a acusação ainda pode ser ampliada para incluir o crime de estupro de vulnerável, dependendo da conclusão dos exames periciais. O Ministério Público também investiga a possível participação de outras pessoas no crime. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Conforme a denúncia, o acusado matou a irmã por asfixia em um contexto de violência doméstica e familiar. O Ministério Público aponta que a vítima foi submetida a agressões antes de morrer, incluindo queimaduras de segundo e terceiro graus e amarração dos membros. O Ministério Público também pediu à Justiça que o acusado pague indenização equivalente a 40 salários mínimos à família da adolescente por danos morais e materiais. LEIA TAMBEM: O que se sabe e o que falta saber sobre homem preso suspeito de matar irmã após sair da prisão por engano em MT Mulher de suspeito é presa por envolvimento na morte de cunhada em MT Corregedoria apura ‘falha humana’ na soltura de detento suspeito de matar a própria irmã após deixar a prisão em MT Entenda o caso Policial militar fala sobre prisão de suspeito de assassinar irmã em Cuiabá De acordo com a investigação, no dia 10 de março, o homem teria atraído a adolescente sob o pretexto de levá-la para visitar a mãe. No entanto, ela foi levada para uma casa no bairro Tancredo Neves, onde teria sido mantida em cárcere privado, torturada e assassinada. Após o crime, segundo o Ministério Púb...
Original source: G1 Brazil