Global·NewlyNewsBR

EUA anunciam envio de 5 mil soldados à Polônia após alerta de premiê sobre Rússia

BR · · G1 Brazil

Soldados dos EUA são vistos antes da cerimônia oficial de boas-vindas das tropas da OTAN em Orzysz, na Polônia, em 2017 Wojtek Radwanski/AFP O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (21) o envio de 5 mil soldados americanos para a Polônia. Em uma rede social, Trump afirmou que a decisão é baseada na forte relação entre os dois países. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 O anúncio ocorre após críticas frequentes de Trump a aliados europeus, principalmente pela avaliação do governo americano de que alguns países da Otan têm dado apoio insuficiente à ofensiva dos EUA contra o Irã. “Com base na bem-sucedida eleição do agora presidente da Polônia, Karol Nawrocki, que tive orgulho de apoiar, e em nossa relação com ele, tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos enviarão mais 5 mil soldados para a Polônia”, publicou Trump. A decisão também foi divulgada um dia depois de o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmar que a guerra da Rússia na Ucrânia pode levar a uma situação em que a Otan terá de “reagir com firmeza”. Na terça-feira (19), o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, havia dito a jornalistas que o envio de tropas americanas para a Polônia tinha sido adiado. A afirmação gerou um alerta dentro do governo polonês. No dia seguinte, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa da Polônia, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, se reuniu com uma autoridade americana. Após o encontro, ele afirmou que os EUA não pretendiam reduzir a presença militar no território polonês. Agora no g1 A Polônia diz que se tornou alvo de espionagem e sabotagem russas por causa do papel central no envio de armas e suprimentos militares para a Ucrânia desde o início da invasão em larga escala promovida pela Rússia O governo polonês planeja destinar 4,8% do PIB para defesa neste ano — o maior percentual entre os países da Otan — e costuma destacar que é um aliado fiel dos Estados Unidos. Um funcionário americano ouvido pela Reuters sob condiçã...