Polícia Civil abre inquérito para investigar morte de mais de 50 cães e gatos em Salinas
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar as mortes. Os animais foram fotografados pelos responsáveis e pela ONG. Reprodução A Polícia Civil divulgou nesta quinta-feira (21) que abriu um inquérito para investigar a morte de mais de 50 animais, entre cães e gatos, com suspeita de envenenamento em Salinas, no Norte de Minas. Os casos vinham sendo registrados desde o fim de abril e provocaram indignação entre moradores, comerciantes e protetores independentes, que relataram uma sequência de mortes em diferentes pontos da cidade e cobravam a identificação dos responsáveis. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do Centro, Norte e Noroeste de Minas em tempo real e de graça As primeiras ocorrências foram registradas no dia 26 de abril, quando dois cães e cinco gatos apareceram mortos na Rua José Pacífico de Oliveira. Desde então, o número de casos aumentou. Segundo denúncias encaminhadas à polícia por representantes da Associação de Proteção Animal de Salinas e pela Vigilância Ambiental do município, as mortes se intensificaram no início de maio, principalmente entre os dias 10 e 11, quando cerca de 12 cães teriam sido encontrados mortos em um curto intervalo de tempo. Os registros se concentravam principalmente na região central da cidade, nas proximidades do Mercado Central, de restaurantes, farmácias e de um banco. A maioria dos animais era comunitária e recebia alimentação e cuidados diários de moradores e comerciantes da região. Pelo menos três deles tinham tutores. Segundo a voluntária da ONG Proteção Animal Salinas, Paloma de Oliveira, alguns animais chegaram a ser socorridos com vida. “Eles tinham tremores, salivação intensa, sangramento e não conseguiam se levantar. Conseguimos levar dois cães para atendimento veterinário, mas um morreu no mesmo dia e o outro ficou internado por quatro dias antes de morrer”, relatou. Ainda de acordo com Paloma, mesmo após a repercussão dos casos, novos episódios continuavam sendo denunciados. “A gente ainda recebe relatos muit...
Original source: G1 Brazil