O ciclo extrativista que ainda não aprendemos a romper
Durante séculos, o Brasil exportou o que a natureza deu e importou o que o cérebro humano criou. Foi assim com a borracha; ainda é assim com o ouro e com o minério de ferro, entre tantos outros exemplos. Ficamos com as cicatrizes socioambientais, mandamos para fora o valor agregado. Leia mais (05/20/2026 - 22h00)
Original source: Folha de SP