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Ex-funcionário é condenado a 16 anos de prisão por matar empresário no oeste da Bahia

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Júri condena homem a 16 anos e 6 meses por assassinato de empresário O ex-funcionário de uma empresa de serviços agropecuários, identificado como Gabriel Santana Pires, de 24 anos, foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão pelo assassinato do empresário Wilson Pereira Chaves Neto, de 43 anos, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. O julgamento aconteceu na terça-feira (19), no Fórum Desembargador Jatahy Fonseca. A pena deverá ser cumprida em regime fechado. Wilson Pereira Chaves Neto desapareceu no dia 16 de março de 2025. Dois dias depois, o corpo dele foi encontrado em uma área de mata da cidade, enrolado em uma coberta e amarrado em fitas. Gabriel Santana Pires foi condenado a 16 anos e seis meses de prisão pelo assassinato do empresário Wilson Pereira Chaves Neto Reprodução/Redes Sociais Segundo informações divulgadas pela polícia, a vítima apresentava sinais de perfurações e espancamento, além de estar com o rosto desfigurado. Gabriel Santana, que trabalhava para o empresário, foi preso no dia 26 de março de 2025, durante a 15ª fase da Operação Unum Corpus, deflagrada pela Polícia Civil. Ele foi denunciado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Durante o julgamento, o réu optou por permanecer em silêncio. Após os depoimentos das testemunhas de acusação e defesa, os jurados decidiram, por 4 votos a 3, condenar Gabriel pelo crime de homicídio qualificado pelo recurso que dificultou a defesa da vítima. O réu, no entanto, foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver. Ainda durante a sessão, o Ministério Público da Bahia (MP-B) solicitou e a Justiça determinou a abertura de uma investigação por falso testemunho contra Enoir José Grogen, ex-sogro de Wilson. O órgão também pediu que o inquérito policial contra o ex-sogro seja reabertura para apurar participar no crime como coautor. Enoir chegou a ser preso em março do ano passado, suspeito de participação no crime, mas não foi denunci...