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Falso banco: Operação mira suspeitos de movimentar quase R$ 5 milhões com golpes em transferências e PIX indevidos

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Falso banco: Operação mira suspeitos de movimentar quase R$ 5 milhões com golpes Uma operação em Goiás, Tocantins, Mato Grosso e Maranhão prendeu suspeitos de movimentarem R$ 4,8 milhões com golpes em transferências e Pix ilegalmente. Segundo a Polícia Civil, foram cumpridos 11 mandados de prisão preventiva e o bloqueio de mais de R$ 1,9 milhão em bens e valores ligados aos investigados. As prisões foram cumpridas na manhã desta quarta-feira (20). Os nomes dos suspeitos não foram divulgados e, por isso, o g1 não obteve o contato da defesa deles para um posicionamento. ✅ Clique aqui e siga o perfil do g1 Goiás no WhatsApp De acordo com as investigações, o grupo usava páginas falsas de instituição financeira digital impulsionadas por anúncios pagos em plataformas de buscas na internet. Com isso, os links falsos apareciam nos primeiros resultados das buscas, o que levava as vítimas a acessarem sites falsificados. "A vítima clicava naquele link e aquela página oferecia ofertas melhores. A vítima validava os dados de QR code e, nesse momento havia o sequestro da sessão, onde os investigados eles pegavam as credenciais verdadeiras que a vítima inseria no site deles e entravam no site da instituição verdadeira legítima e faziam as transferências fraudulentas", explicou a delegada Bárbara Butinni, em entrevista para a repórter do O Popular, Catarina Lima. Falso banco: Operação mira suspeitos de movimentar quase R$ 5 milhões com golpes em transferências e PIX indevidos em Goiás, MT, TO e MA Divulgação/Polícia Civil LEIA TAMBÉM: Polícia bloqueia R$ 4,2 milhões e cumpre mais de 100 mandados de prisão em Goiás, DF e mais três estados Três pessoas são presas e R$ 17 milhões bloqueados na 2ª fase de operação contra furtos a joalherias Operação mira chefe do Comando Vermelho em Goiás homenageado em rap e suspeito de movimentar cerca de R$ 1 milhão Acreditando se tratar de páginas verdadeiras, as vítimas inseriam dados que eram usados pelos suspeitos para acessar os site...