Mulher morta pelo irmão e enterrada no quintal no ES: o que se sabe e falta esclarecer sobre o caso
Homem matou a irmã após briga por água de esgoto jogada em plantas, diz polícia A Polícia Civil divulgou, nesta segunda-feira (18), detalhes sobre a morte da manicure Miriam de Oliveira Soares, de 39 anos, encontrada enterrada no quintal da casa onde morava, na Serra, na Grande Vitória, após ficar cinco dias desaparecida. O corpo da vítima foi localizado pela própria mãe no sábado (16). O irmão dela, Abraão de Oliveira Soares, de 43 anos, foi preso suspeito do crime. Segundo a polícia, ele confessou ter matado a irmã, apresentou versões contraditórias sobre o caso e deve responder por feminicídio e ocultação de cadáver. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A investigação aponta que os dois tinham um histórico de conflitos familiares dentro de casa. Testemunhas e familiares ainda estão sendo ouvidos. Confira abaixo o que já se sabe sobre a morte de Miriam: 1. Quem era a vítima? Miriam tinha 39 anos e trabalhava como manicure. Segundo familiares, ela era conhecida no bairro e morava com a mãe e uma irmã. O irmão residia no mesmo imóvel, porém em um andar diferente. A família relatou que os irmãos mantinham um relacionamento conturbado, com discussões frequentes dentro de casa. A vítima não aceitava que o irmão passasse os dias em casa sem trabalhar, enquanto era sustentado pela mãe. Miriam de Oliveira Soares, de 39 anos, foi encontrada enterrada no quintal de casa na Serra, Espírito Santo. Abraão de Oliveira Soares, de 43 anos, irmão dela, é suspeito do crime Reprodução/Rede social 2. Quando Miriam desapareceu? A manicure desapareceu no dia 12 de maio, após uma discussão com o irmão dentro de casa. A mãe chegou a registrar um boletim de ocorrência no dia 14 e a Delegacia de Pessoas Desaparecidas realizou buscas e diligências na região, mas a vítima não foi localizada. 3. O que motivou o crime, segundo a investigação? De acordo com a delegada Gabriela Enne, do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), a discussão começ...
Original source: G1 Brazil