Pior problema do país para os eleitores, segurança pública entra no radar de pré-candidatos à presidência; veja estratégias
A cinco meses das eleições, estrategistas e publicitários das pré-campanhas para a presidência da República são categóricos ao afirmar que um assunto deve dominar os debates: a segurança pública. Segurança pública movimenta estratégias dos pré-candidatos Considerada o principal problema dos brasileiros em pesquisa Genial/Quaest divulgada em abril, a violência não é mais tratada como responsabilidade apenas dos estados e do Distrito Federal, como ocorria no passado. O entendimento das campanhas é que os eleitores buscam respostas também a nível federal – e, por isso, o assunto não pode ficar em segundo plano na apresentação das propostas de governo. Aliados do presidente Lula (PT) admitem que, nos últimos quatro anos, o governo patinou no tema e não conseguiu avançar com uma das principais apostas na área: a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Medo da violência altera a rotina de quase 60% dos brasileiros, diz pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha O texto – que tinha como ideia primordial colocar a União na coordenação do setor – foi muito alterado na Câmara e, agora, está parado no Senado. Em busca da reeleição, o presidente Lula lançou nesta terça-feira (12) um pacote de medidas de combate ao crime organizado. Outros pré-candidatos, como Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), têm defendido o endurecimento da legislação penal – incluindo medidas como a diminuição da maioridade penal. Já Ronaldo Caiado (PSD) deve apostar nos resultados da sua gestão em Goiás. A GloboNews buscou estrategistas, marqueteiros e interlocutores das campanhas dos quatro pré-candidatos que pontuaram mais de 3 pontos percentuais de intenções de voto na última pesquisa Genial/Quaest. Lula (PT) O governo Lula organizou nesta terça-feira (12) um evento no Palácio do Planalto para lançar o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”, que prevê investimentos de R$ 11 bilhões na área e funciona em quatro eixos: asfixia fin...
Original source: G1 Brazil