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Greve na Unesp: estudantes paralisam aulas por mais verba e reajuste de bolsas no interior de SP

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Estudantes da Unesp de Araraquara paralisam atividades durante greve das universidades estaduais Arthur Gimenes/Reprodução Os alunos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara e Rio Claro (SP) paralisaram as atividades em meio à greve estudantil que ocorre nas universidades estaduais paulistas. Eles pedem melhorias na permanência estudantil e estrutura das faculdades. De acordo com a universidade, não há registro de paralisação na unidade de São João da Boa Vista. A greve estudantil reúne estudantes da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Unesp. 📱 Siga o g1 São Carlos e Araraquara no Instagram Em Araraquara, os cursos de ciências sociais, farmácia, engenharia de bioprocessos e biotecnologia, administração pública, ciências econômicas, letras e pedagogia aderiram à greve. Já em Rio Claro, os cursos que aderiram ao movimento estudantil, até o momento, são: física, geografia, educação física, pedagogia, biologia, ecologia, computação e engenharia ambiental. Reivindicações dos estudantes Biblioteca da Unesp de Araraquara Divulgação/Unesp O diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Unesp - Helenira Resende, Guilherme Nogueira, afirmou que o movimento estudantil luta por um repasse financeiro maior às universidades. Segundo ele, a Unesp recebe um valor insuficiente para os 24 campis. Entre as reivindicações, os estudantes pedem o reajuste da bolsa auxílio de R$ 800 para R$ 1.874 (salário mínimo paulista), além do aumento da quantidade de oferta desse benefício, para alcançar mais alunos da instituição. "Visto que hoje dobrou o número de estudantes de escolas públicas e de situação de vulnerabilidade socioeconômica", defendeu Nogueira. Os estudantes pedem a contratação de professores. De acordo com o diretor do DCE, os cursos de licenciatura estão com grande quantidade de docentes substitutos, que são contratados temporariamente por 6 ou, no máximo, 10 meses. A situação, segundo Nogueira,...