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Saiba por que restauro da igreja mais antiga de Porto Alegre vai durar até 7 anos

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Basílica das Dores, igreja mais antiga de Porto Alegre, começa restauro de até 7 anos A Basílica Menor Nossa Senhora das Dores, a igreja mais antiga em atividade em Porto Alegre, começa neste mês um processo de restauro que pode durar até sete anos. Considerado um dos primeiros patrimônios nacionais tombados no Brasil, o templo de 219 anos passará por uma recuperação completa de sua estrutura externa. O restauro é necessário para corrigir problemas estruturais como reboco craquelado e pinturas desgastadas pelo tempo. A obra acontece para garantir a integridade física e aumentar a longevidade da edificação. Devido ao cuidado necessário para realizar intervenções em um patrimônio histórico de tantos anos, as obras serão feitas por etapas. (Confira cronograma abaixo) 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A Basílica é um patrimônio nacional tombado em 1938 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), apenas um ano após a criação da lei de tombamento, e se tornou um marco do Centro Histórico da capital gaúcha. "Porto Alegre se estrutura em torno da Basílica das Dores", afirma a gestora cultural responsável pelo projeto, Cristina Schneider. “Digamos que a Igreja das Dores foi, pouco a pouco, abençoando o crescimento dessa cidade”, completa o padre Lucas Matheus Mendes, pároco que está há nove anos à frente da igreja. Para aproximar a população do processo, o projeto inclui uma série de ações gratuitas. Uma delas é uma oficina de restauro voltada para mulheres, com foco em técnicas construtivas tradicionais. Além disso, um concurso cultural irá selecionar 20 pessoas para conhecer os bastidores da obra. O projeto também contará com uma projeção mapeada, que contará a história da basílica em um espetáculo de som e luz. Ações de acessibilidade, como maquete tátil, audiodescrição e tradução em Libras nos eventos, estão previstas para garantir que diferentes públicos possam participar. "O patrimônio só permanece vivo quando a comunidade entende o valo...