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Caso Orelha: MP investiga quem lucrou com postagens falsas na web sobre a morte do cão

BR · · G1 Brazil

Exclusivo: Caso Orelha O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) investiga se houve monetização com conteúdos falsos divulgados em relação à morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística de Florianópolis, ocorrida em 4 de janeiro deste ano. A informação foi confirmada na terça-feira (12). No mesmo dia, o órgão anunciou que a investigação conduzida pela Polícia Civil sobre a morte do cão comunitário foi baseada em relatos de “ouvi dizer” e concluiu que os adolescentes investigados não estiveram junto com o animal na Praia Brava, em Florianópolis. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp MPSC diz que polícia se baseou em 'ouvi dizer' e que adolescentes e cão não estiveram juntos em praia Segundo o órgão, o trabalho será conduzido pelas Promotorias de Justiça, com apoio do CyberGAECO, que atua em crimes digitais. A investigação também pretende avaliar a necessidade de criar regras mais claras para evitar que casos sensíveis sejam usados para gerar lucro nas redes sociais. "A apuração tem como objetivo avaliar a necessidade de fomentar a regulamentação e o estabelecimento de parâmetros que evitem o uso indevido de casos sensíveis, especialmente aqueles que envolvem crianças e adolescentes com a finalidade de obter engajamento e monetização em redes sociais". A Polícia Civil disse em nota que "concluiu as investigações relacionadas ao caso e realizou, oportunamente, a divulgação oficial das medidas adotadas no âmbito do inquérito policial" (leia a íntegra ao final da matéria). Cão Orelha morava na Praia Brava Reprodução/Redes sociais LEIA MAIS: De 'provas de embrulhar o estômago' à ausência de culpados: as contradições que levaram ao arquivamento do caso Cão Orelha MP pede arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha por falta de provas De 'provas de embrulhar o estômago' à ausência de culpados A morte do cão Orelha, que ganhou repercussão nacional, revelou uma investigação marcada por contradições e falta de evidências concretas, seg...