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Investigado por divulgar fotos íntimas de mulheres no WhatsApp confessou crime pelo ChatGPT: 'preciso conversar'

BR · · G1 Brazil

Pedro Becker confessou o crime pelo ChatGPT, diz investigação Reprodução Pedro Guilherme Becker Soares, de 23 anos, investigado por divulgar fotos íntimas de mulheres em um grupo de WhatsApp, confessou o crime em interações com o ChatGPT. Segundo a denúncia do Ministério Público (MP) de Roraima, o suspeito narrou o vazamento das imagens à inteligência artificial e admitiu que as fotos íntimas da vítima, uma advogada, foram divulgadas a partir do próprio celular. A Polícia Civil descobriu a confissão após a operação que cumpriu o mandado de busca e apreensão na casa dele e de outros quatro investigados, em junho de 2025. Além de Pedro, os amigos dele Matheus Terra Fabri, de 24, e Felipe Gaio de Matos, 24, também foram denunciados pelo MP. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Segundo os investigadores, a conversa entre Pedro e o ChatGPT ocorreu em maio daquele ano. Na interação, o jovem pediu um “conselho” ao aplicativo de inteligência artificial. "O ponto alto da investigação que consolida a autoria repousa na “confissão tecnológica” do denunciado PEDRO GUILHERME. Ao utilizar o aplicativo de Inteligência Artificial ChatGPT, PEDRO confessou o crime, narrando que as fotos haviam vazado de seu aparelho e admitindo a imoralidade de tentar incriminar falsamente seu melhor amigo para se livrar do processo", cita trecho da denúncia. A denúncia do MP afirma que Pedro também disse ao chat que tentou atribuir ao melhor amigo o compartilhamento das imagens para se livrar do processo judicial. Durante a conversa com a inteligência artificial, ele afirmou que estava "muito ansioso" e que perdeu o melhor amigo. Em nota, Matheus informou que não tem conhecimento do caso. O g1 também procurou Pedro por meio do contato disponível no processo, mas não obteve resposta. A reportagem tenta localizar a defesa de Felipe. Fraude processual O MP afirma que Pedro Becker “orquestrou uma fraude processual” com Matheus Terra, coordenando a destruição de dados e tentando indu...