Estátuas de jogadores da Copa são derrubadas durante protesto de professores no México
Manifestantes escreveram 'se não houver solução, a bola não rola' durante protestos de professores por melhores salários no México REUTERS/Henry Romero Estátuas no chão, uniformes queimados, uma bola de futebol gigante no meio da rua. Nesta terça-feira (2), professores danificaram uma exposição temática da Copa do Mundo montada na maior avenida da Cidade do México em protestos por melhores salários e outras reivindicações trabalhistas. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 A manifestação foi convocada por um grupo dissidente do sindicato Coordenação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), que ameaçou organizar mobilizações em massa durante a abertura da Copa de 2026, daqui a nove dias. As estátuas de cinco metros de altura estavam instaladas na Avenida de la Reforma e representavam jogadores dos países participantes. Usando cordas, os manifestantes derrubaram as estruturas, retiraram seus uniformes e atearam fogo. Os manifestantes derrubaram estátuas da Bélgica, da França e da Espanha. Uma delas, vestindo o uniforme verde do México, permaneceu de pé. "A CNTE vive", escreveram em grafite vermelho em uma das esculturas. "Se não houver solução, a bola não rola", lia-se em outra. Pessoas caminham perto da estátua caída de um jogador de futebol no México, em 2 de junho de 2026 REUTERS/Henry Romero Os manifestantes bloquearam faixas da avenida e complicaram o já caótico trânsito na capital mexicana. Desta vez, a polícia não interveio para conter os professores. Na segunda-feira (1º), houve uso de gás lacrimogêneo. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, chamou os protestos de pacíficos. O governo também emitiu um comunicado pedindo o retorno à mesa de negociações. A CNTE exige salários mais altos e a revogação de uma lei previdenciária. Além disso, rejeita um aumento salarial de 9% acordado entre a liderança oficial do sindicato e o governo. "Se [Sheinbaum] chama de crime derrubar estátuas, como ela chamará a retirada de nossos direitos? Precisamos ...
Original source: G1 Brazil