Veja o que abre e fecha no feriado de Corpus Christi em São Luís
Rua Grande, principal centro de comércio de São Luís. Matheus Soares / Grupo Mirante O feriado de Corpus Christi, celebrado nessa quinta-feira (4), pode mudar o horário de funcionamento em estabelecimentos comerciais, em São Luís, apesar de não alterar o trabalho nos supermercados. Nos órgãos públicos, não haverá expediente, com exceção dos que prestam serviços considerados essenciais. 📲 Clique aqui e siga o perfil do g1 Maranhão no Instagram Veja, abaixo, o que funciona e não funciona durante o Corpus Christi Comércio O comércio dos municípios da Grande Ilha (São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa) vai funcionar normalmente no dia de Corpus Christi. Lojas de ruas poderão funcionar das 8h às 18h. No entanto, as empresas que decidirem abrir nesse dia devem remunerar as horas extras trabalhadas com o pagamento de 100% de adicional sobre a hora normal de trabalho. Também deve ser garantido uma gratificação de R$ 50 aos funcionários que vão trabalhar na data. Essas medidas não se aplicam a farmácias e supermercados, cujas atividades são consideradas essenciais e, portanto, podem operar em horário livre. Confira o calendário de feriados de 2026 no Maranhão e em São Luís Bancos e loterias As agências bancárias não estarão abertas para atendimento presencial ao público no dia 4 de junho. As compensações bancárias não serão efetivadas neste dia, incluindo a TED. O PIX, que funciona 24 horas todos os dias e feriados, poderá ser feito normalmente. Em algumas localidades, as salas de autoatendimento estarão disponíveis aos clientes no dia do feriado, a critério da instituição. Na sexta-feira (5), o atendimento ao público segue normalmente nas localidades onde não há feriado estadual ou municipal ou há ponto facultativo. Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento em 04/06 poderão ser pagos no dia útil seguinte, nas localidades onde não há feriado. O sábado não é considerado dia útil e, por essa razão, não há...
Original source: G1 Brazil