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Atlas da Violência: Acre registra redução nos homicídios de crianças de até 4 anos

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Sem nenhuma morte registrada em 2024, Acre teve redução de 100% nos casos de homcídios contra crianças de 0 a 4 anos TV Clube Com nenhuma morte de crianças de até quatro anos registrada em 2024, o Acre teve uma das menores taxa de homicídios nesta faixa etária nos últimos dez anos. Os dados são do Atlas da Violência, divulgado na terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo o relatório, o Acre havia registrado três casos em 2023, mas não contabilizou nenhuma ocorrência em 2024, resultando em uma redução de 100%. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Durante o período analisado, de 2014 a 2024, os números variam entre zero e três ocorrências por ano, com o pico registrado em 2023, quando três crianças, nessa faixa etária, foram vítimas de homicídio no Acre. Considerando a taxa por 100 mil habitantes, o estado também apresentou queda expressiva. Após atingir taxa de 4,0 em homicídios registrados de crianças de 0 a 4 anos em 2023, sendo a maior do período analisado, o índice também caiu para zero em 2024. (Veja o gráfico detalhado abaixo) Brasil registra mortes de jovens e cenário preocupa no Acre LEIA TAMBÉM: Atlas da Violência: Com mais de 170 mortes violentas, Acre registra menor nº de homicídios em 10 anos Atlas da Violência: Homicídios de jovens chegam ao menor número dos últimos 10 anos no Acre Acre teve mais de 170 mortes violentas em 2025, aponta levantamento Aumento nos homicídios de crianças de 5 a 14 anos O relatório também apresenta que, apesar dessa redução, o estado teve uma elevação de homicídios registrados de crianças de 5 a 14 anos. Em 2024, foram registrados dois casos, contra um em 2023, um aumento percentual de 100%. Apesar desse número, os dados mostram redução consistente desde o pico registrado em 2017, quando o Acre contabilizou 14 homicídios. A taxa de homicídio na faixa etária de 5 a 14 anos permanece inferior ao observado em 2017, quando o índic...