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Caso Sophia expôs falhas na proteção à infância, e centro prometido ainda não foi construído em MS

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Caso Sophia Três anos após a morte de Sophia Ocampo, de 2 anos e 7 meses, assassinada pela mãe e pelo padrasto em Campo Grande, o Centro Especializado de Atendimento à Criança e ao Adolescente ainda não foi construído. O caso revelou falhas na rede de proteção à infância e causou comoção em Mato Grosso do Sul. 🔎 O g1 MS completa 15 anos neste mês de maio. Para marcar a data, na última semana do mês, o portal relembra a história de Sophia, cuja morte causou forte repercussão em Mato Grosso do Sul. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Atualmente, o projeto do centro especializado está em análise na Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul) e passa por ajustes na Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). Segundo a Sejusp, o centro será construído em frente à Casa da Mulher Brasileira, em Campo Grande, em uma área de 5.952 metros quadrados formada por 13 terrenos doados pela União ao Estado em 2024. O investimento previsto é de R$ 10 milhões. A criação da unidade foi um dos compromissos assumidos pelo poder público após a morte da criança. Conselhos tutelares foram ampliados O número de conselhos tutelares da capital também entrou em debate após o caso. A legislação prevê uma unidade para cada 100 mil habitantes. Conforme o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Campo Grande deveria ter nove conselhos tutelares e 45 conselheiros. Em 2023, uma eleição ampliou o número de conselheiros de 25 para 40. No mesmo ano, o município aprovou a criação de três novos conselhos tutelares, totalizando oito unidades. LEIA TAMBÉM: Menina de 2 anos chega morta em UPA e polícia investiga espancamento e possível estupro; mãe e padrasto foram presos Caso Sophia: relembre o caso de menina de dois anos estuprada e morta após ter guarda negada para pai gay Caso Sophia: pais receberão R$ 430 mil após Justiça condenar estado e prefeitura por negligência Caso Sophia Sophia foi atendida mai...