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Chefe do Pentágono faz alerta sobre avanço militar da China e cobra mais gastos em defesa de aliados

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Bandeiras da China e dos Estados Unidos em uma rua chinesa antes da visita de Donald Trump ao país, em 13 de maio de 2026 REUTERS/Tingshu Wang O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, pediu neste sábado (30) que aliados asiáticos aumentem os gastos militares para conter o crescimento do poder da China e impedir sua dominância na região, alertando para um “alarme legítimo” diante da rápida expansão militar chinesa. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Hegseth, falando no Diálogo de Shangri-La, em Singapura — principal fórum asiático de líderes de defesa, militares e diplomatas — afirmou que uma rede de aliados mais forte e autossuficiente é essencial para dissuadir agressões e preservar o equilíbrio de poder. “Há um alarme legítimo em relação ao histórico aumento militar da China e à expansão de suas atividades militares na região e além dela”, disse. “Um Pacífico dominado por qualquer potência hegemônica destruiria o equilíbrio regional de poder”, afirmou Hegseth. “Nenhum Estado, incluindo a China, pode impor sua hegemonia e colocar em risco a segurança ou a prosperidade de nossa nação e de nossos aliados.” Agora no g1 Segundo o chefe do Pentágono, os EUA esperam que aliados e parceiros asiáticos elevem os gastos com defesa para 3,5% do PIB, enquanto Washington prometeu investir US$ 1,5 trilhão em suas próprias Forças Armadas. Hegseth ressaltou que os aliados buscam estabilidade, e não escalada de tensões. “O que eles querem, e o que os Estados Unidos oferecem, é força disciplinada, determinação constante e liderança confiante o suficiente para falar e agir com firmeza, mas sem alarde.” O secretário também adotou um tom mais moderado sobre as relações entre EUA e China, afirmando que os laços estão “melhores do que estiveram em muitos anos”, com contatos militares mais frequentes ajudando a administrar tensões. “Estamos nos reunindo com mais frequência com nossos colegas chineses, mantendo linhas abertas de comunicação militar”, d...