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Um a cada quatro caminhões que circulam por rodovias do Triângulo trafegam com ocupantes sem cinto de segurança; veja ranking

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Trecho rodovia BR-365 Uberlândia Patrocínio TV Integração/Reprodução Quase metade dos ocupantes de caminhões e carretas que passaram pela BR-365, em Monte Carmelo, trafegavam sem o cinto de segurança. Os dados são da EPR Triângulo, concessionária que administra nove rodovias estaduais na região. O levantamento foi obtido em primeira mão pela TV Integração. A pesquisa foi feita em abril de 2026 por meio de observação direta de motoristas e passageiros nas cabines manuais de oito praças de pedágio. O foco do estudo não foi o número total de pessoas observadas, mas a quantidade de veículos que circulavam com uma ou mais pessoas sem o cinto de segurança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Triângulo no WhatsApp Os dados revelam que, no geral, 23,1% dos caminhões, carretas e bitrens trafegavam com ao menos um ocupante sem cinto ao longo dos mais de 600 quilômetros administrados pela concessionária, o equivalente a um em cada 4 veículos. Entre os veículos leves, a adesão ao cinto é maior, mas o índice ainda preocupa. O levantamento identificou que 9,4% de carros, caminhonetes e vans passaram pelas praças com pelo menos um ocupante sem o cinto. Veja o ranking de rodovias com mais ocupantes sem cinto de segurança em veículos pesados: BR-365, Monte Carmelo - 42% BR-462, Patrocínio - 39% MGC-452, Uberaba - 27,5% MG-427, Água Comprida - 26,6% LMG-798, Nova Ponte - 22,9% No caso de veículos leves, como carros e caminhonetes, os trechos nas rodovias de Patrocínio, Monte Carmelo e Água Comprida permanecem na lista. MGC-462, Patrocínio - 14,3% BR-365, Monte Carmelo - 14,1% MG-427, Água Comprida - 11% LMG-798, Nova Ponte - 9,4% BR-452, Perdizes - 8,5% Motorista flagrado sem cinto de segurança pela câmera de IA Créditos: EPR Triângulo De acordo com o gerente de operações da concessionária, Fábio Schoba, a obrigatoriedade do cinto de segurança já tem quase três décadas, mas ainda é possível flagrar usuários que insistem em ignorar essa proteção essencial. “ O cinto não ...