Homem é condenado a mais de 29 anos por feminicídio de acreana queimada no MT: 'Nada traz de volta'
Djavanderson de Oliveira Araújo foi condenado por feminicídio, stalking e danos psicológicos Foto: Arquivo pessoal Djavanderson de Oliveira Araújo, de 22 anos, foi condenado a 29 e três meses de prisão por matar queimada a ex-namorada acreana Juliana Valdivino da Silva, de 18 anos em setembro de 2024 em Paranatinga, interior de Mato Grosso. O resultado do júri popular saiu nessa terça-feira (26) no município onde o crime ocorreu. O homem que trabalhava como técnico de celular foi condenado pelos crimes feminicídio, stalking e danos psicológicos conforme a 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Paranatinga. O g1 entrou em contato com a defesa de Djavanderson e aguarda retorno. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp 👉 Contexto: Crime ocorreu quando o casal estava separado e Djavanderson convenceu a vítima a ir a sua casa. Na residência, ele jogou álcool sobre o corpo de Juliana e ateou fogo. Os dois sofreram queimaduras graves, mas Juliana teve 90% do corpo queimado e foi internada estado gravíssimo. Ela morreu 15 dias depois. Ao g1, a professora Rosicleia Magalhães, de 43 anos, mãe de Juliana, contou que apesar da condenação ter ocorrido após um ano e oito meses do crime, não acredita que a justiça foi feita e considera que a pena pelo crime deveria ter sido maior. Acreana morta queimada pelo ex no MT é enterrada em Rio Branco LEIA MAIS: Suspeito de atear fogo em jovem acreana no interior do MT é preso por tentativa de feminicídio Jovem que teve 90% do corpo queimado pelo namorado morre após 15 dias internada em Cuiabá Família consegue trazer para o Acre corpo de jovem assassinada pelo ex-namorado em Cuiabá Ex de jovem acreana morta queimada vai passar por audiência de instrução por feminicídio no interior do MT "Não creio que a justiça tenha sido plenamente feita, pois vidas não têm preço. Porém, como não temos prisão perpétua, podemos dizer que a justiça foi aplicada de acordo com a lei do nosso país. A pena poderia, sim, ter sido maior. Estamos falando de cri...
Original source: G1 Brazil