Grupo de WhatsApp é reconhecido como patrimônio de associação após briga com nova gestão, em Goiás
Grupo pertence a uma associação de um condomínio de chácaras após uma disputa entre diretorias, em Indiara Reprodução Um grupo de WhatsApp foi reconhecido, em decisão liminar, como patrimônio de uma associação de um condomínio de chácaras após uma disputa entre o novo presidente e a antiga gestão, em Indiara, no sul de Goiás. A tutela de urgência foi concedida depois que ex-dirigentes se recusaram a transferir a nova presidência o controle administrativo do canal, criado a partir do número oficial da associação, conforme o processo. Cabe recurso da decisão. A 2ª Vara Cível da Comarca de Goiânia determinou, na quarta-feira (26), que as administradoras devolvam o grupo à atual gestão em até 48 horas. O g1 entrou em contato com a defesa das duas mulheres citadas no processo e aguarda retorno. O advogado Gustavo Castro, que defende as ex-gestoras, afirmou que a decisão tem caráter provisório e reversível, tomada em tutela de urgência, "sem análise completa das provas". A nota também menciona que parte dos pedidos da associação foi negada pela Justiça, e que as envolvidas ainda não foram formalmente citadas no processo. Por fim, a defesa disse que irá exercer o direito ao contraditório e à ampla defesa, ressaltando que o mérito da ação ainda será discutido (Veja a nota completa no final) ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O conflito começou quando a nova diretoria, eleita com 74% dos votos em 2024, assumiu o mandato. Segundo o documento, as ex-gestoras mantiveram a posse da administração do grupo, criado em 19 de outubro de 2022 para comunicação entre moradores e a administração, e ainda removeram o número oficial da associação. “Quando houve a troca de presidente, houve a retirada do administrador do grupo do número oficial, e a antiga presidente ficou com o grupo como se fosse dela. Mas, como sabemos, ao criar um grupo de Whatsapp, o número fica registrado quem criou. Então foi criado pelo número Oficial da Associação. Isso não há questionamento.”, argumen...
Original source: G1 Brazil