Roraima reduz taxa de homicídios em 22,8% em 2024, mas segue acima da média nacional
Roraima registra queda de 22,8% na taxa de homicídios, aponta Atlas da Violência 2026 Roraima registrou queda de 22,8% na taxa de homicídios em 2024, na comparação com o ano anterior, segundo o Atlas da Violência 2026, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Apesar da redução, o estado ainda tem índice acima da média nacional, que foi de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes, a menor taxa de homicídios em 11 anos no Brasil. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp Em números absolutos, Roraima registrou 174 homicídios em 2024. O número representa 45 mortes a menos do que em 2023, quando o estado teve 219 casos. Com isso, a taxa caiu de 36 para 27,8 homicídios por 100 mil habitantes. Com a redução, Roraima ficou na quarta posição entre os estados que mais diminuíram a taxa de homicídios no país. À frente aparecem Amapá (30%), Tocantins (26,7%) e Sergipe (24,8%). Infográfico - Mapa mostra taxa de homicídios no Brasil em 2024 por estados. Alberto Correa - Arte/g1 O levantamento também aponta que o número de homicídios em Roraima aumentou 10,1% entre 2014 e 2024. Nesse período, o estado passou de 158 para 174 assassinatos. Nos últimos cinco anos, entre 2019 e 2024, a taxa de homicídios caiu 25,6%. LEIA TAMBÉM: Atlas da Violência: Brasil tem menor taxa de homicídios em 11 anos, mas ainda registra 42,6 mil casos Homicídios ocultos mudam ranking de estados mais e menos violentos do país; compare MAPA: Veja os estados mais e menos violentos do Brasil, segundo o Atlas da Violência Número de homicídios pode ser maior O Atlas também faz um alerta sobre os dados oficiais. Segundo o relatório, parte das mortes violentas registradas no Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, não tem a intencionalidade identificada. Esses casos são classificados como mortes violentas por causa indeterminada. Para contornar esse problema, os pesquisadores...
Original source: G1 Brazil