Estilista indígena cria marca própria, desafia padrões e chega à passarela de Paris
Para a niteroiense Dayana Molina , 36, tornar-se estilista foi algo natural. Com bisavó e avó costureiras, ela cresceu perto de máquinas de costura no Recife e aprendeu rapidamente o ofício. Mas ter sido natural não quer dizer que foi fácil. Leia mais (05/26/2026 - 10h00)
Original source: Folha de SP