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Justiça concede liberdade a homem acusado de matar mulher trans com 'mata-leão' na Bahia

BR · · G1 Brazil

Motorista de aplicativo mata mulher trans com mata-leão na Bahia A Justiça da Bahia concedeu liberdade provisória para o motorista por aplicativo Sérgio Henrique Lima dos Santos, de 19 anos, réu pelo assassinato de Rhianna Alves, de 18 anos, com um golpe chamado "mata-leão" em dezembro do ano passado, em Luís Eduardo Magalhães. A informação foi confirmada ao g1 pela defesa da família da vítima. Conforme apuração do g1 e da TV Oeste, afiliada da TV Bahia na região, o suspeito passou pela audiência de instrução no dia 8 de maio. Na ocasião, a juíza responsável pelo caso considerou que o investigado vinha colaborando com a Justiça desde o início das investigações. Além disso, a magistrada também apontou que todas as testemunhas do caso já tinham sido ouvidas, por isso não havia necessidade pela manutenção da prisão preventiva do réu. O alvára de soltura do investigado foi cumprido no dia 12 de maio. 📲 Clique aqui e entre no grupo do WhatsApp do g1 Bahia O fato de o jovem ser réu primário e possuir residência fixa na cidade de Barreiras, no oeste do estado, também foi considerado. Para manter a liberdade provisória, o suspeito deve seguir algumas medidas cautelares, como: Manter endereço fixo e atualizado, assim como o número de telefone; Proibido de se ausentar da comarca de Barreiras sem autorização judicial; Proibido de frequentar locais que possam gerar influência sobre as testemunhas; Utilização de Monitoração Eletrônica (tornozeleira). Ao g1, os advogados da família da vítima afirmam que recorreram da decisão um dia após a soltura do investigado. Em nota, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) informou que o caso tramita em segredo e que não iria se manifestar sobre o caso. O portal também entrou em contato com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), responsável pela denúncia contra o réu, para um posicionamento sobre o caso, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem. O g1 também tenta contato com a defesa do réu. Relembre o caso Rhianna Alves f...