Dia da Indústria Brasil-EUA reúne lideranças para discutir investimentos e integração industrial entre Brasil e EUA
Evento reúne cerca de 400 empresários, investidores e autoridades estadunidenses e brasileiros. Iano Andrade/CNI Em meio às transformações da economia global e à disputa por investimentos estratégicos, um encontro entre lideranças empresariais e industriais colocou Brasil e Estados Unidos no centro das discussões sobre o futuro da indústria. O Brasil-U.S. Industry Day (Dia da Indústria Brasil-EUA) reuniu cerca de 400 empresários, investidores, autoridades e representantes do setor em Nova York para debater oportunidades de cooperação econômica em áreas consideradas estratégicas. Promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a U.S. Chamber of Commerce, o evento aconteceu durante a Brazilian Week e teve como foco temas como inovação, transição energética, infraestrutura, financiamento produtivo e integração de cadeias de valor. Segundo a CNI, cerca de 30% dos inscritos eram norte-americanos, um indicativo do interesse mútuo em aprofundar a relação econômica entre os dois países em um momento de reorganização das cadeias globais de produção e de maior busca por parcerias industriais estratégicas. O encontro foi apresentado pela entidade como um espaço de diálogo entre setor privado, investidores e governos, voltado à construção de uma agenda econômica bilateral de médio e longo prazo. Uma relação histórica movida pela indústria A relação econômica entre Brasil e Estados Unidos foi um dos principais pontos destacados ao longo da programação. Segundo dados da CNI, os Estados Unidos seguem como principal parceiro do Brasil em exportações da indústria de transformação, comércio de serviços e investimentos bilaterais. Mesmo diante de um cenário internacional mais instável, os EUA permaneceram como principal destino das exportações brasileiras de bens da indústria de transformação em 2025. Segundo a entidade, o setor respondeu por mais de 80% das exportações brasileiras destinadas ao mercado estadunidense, que concentrou 16% das vendas externas ...
Original source: G1 Brazil