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Alesp aprova novo salário mínimo paulista de R$ 1.874 e abono a servidores que não recebem piso

BR · · G1 Brazil

Sessão da Alesp em que foram aprovados o novo salário-mínimo paulista e o abono complementar a servidores Rodrigo Costa/Alesp A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou nesta quarta-feira (13) dois projetos de lei enviados pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que atualizam o piso salarial regional e garantem complementação de renda a servidores públicos estaduais que recebem abaixo do novo mínimo. Os novos valores passam a valer a partir do primeiro dia do mês seguinte à sanção do governador. O piso salarial do Estado de São Paulo passa a ser de R$ 1.874,36, um reajuste de 3,9% sobre o valor atual de R$ 1.804,00. O percentual foi calculado com base na variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulada em 2025, índice utilizado como referência para reajustes salariais. O aumento deste ano é mais modesto do que o do ano passado, quando o reajuste foi de cerca de 10% — percentual que não apenas repôs a inflação como promoveu ganho real de aproximadamente 5% ao trabalhador. O reajuste de 2026 é, portanto, de mera reposição inflacionária, sem ganho real. O novo piso estadual supera em 13,5% o salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00. É uma diferença de R$ 253,36. O mínimo paulista vale para trabalhadores do setor privado sem piso definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. Abono a servidores é alvo de críticas Além do novo salário-mínimo paulista, os deputados aprovaram também o abono complementar para servidores estaduais que recebam abaixo do novo piso. O benefício eleva a remuneração desses servidores até o valor de R$ 1.874,36, de forma proporcional para quem trabalha em jornadas inferiores a 40 horas semanais. Ao todo, 89.877 servidores (cerca de 9% do total de ativos, inativos e pensionistas) serão beneficiados. O impacto estimado pelo governo é de R$ 6,5 milhões ao mês, ou R$ 56,2 milhões neste ano. Para 2027 e 2028, o impacto previsto é de R$ 88,5 milhões por ano. Vídeos em alt...