‘Personal organizer’: como o serviço de organização exclusiva virou negócio que rende até R$ 20 mil por mês
'Personal organizer': como o serviço de organização virou negócio que rende até R$ 20 mil Imagine ter um guarda-roupa organizado por cores, tipos de peças, alturas e estações, ou uma cozinha em que cada item está exatamente onde faz sentido para o uso diário. Essa rotina, antes associada quase exclusivamente às celebridades, tornou-se cada vez mais comum graças ao trabalho das personal organizers — ou organizadoras pessoais, em português. Essas profissionais organizam ambientes de forma funcional, com foco na otimização de espaço, praticidade na rotina e bem-estar do cliente. O serviço é personalizado, varia conforme o perfil do cliente e, em alguns casos, pode render até R$ 20 mil por mês, embora os ganhos dependam da experiência da profissional, da região e do tipo de projeto realizado. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1 Segundo Ana Alarcon, presidente da Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade (ANPOP), a atuação vai muito além da estética. “O trabalho começa entendendo a rotina e as necessidades de cada cliente. Não existe organização padrão, porque cada casa e cada pessoa funcionam de um jeito”, afirma. De acordo com o Sebrae, a maior parte das personal organizers atua em residências, organizando desde um único cômodo até imóveis inteiros. O mercado, no entanto, também alcança nichos específicos, como organização de closets, assessoria de mudanças e até ambientes corporativos, incluindo escritórios, consultórios e lojas. A profissão começou a se estruturar na década de 1980, nos Estados Unidos. Embora não haja registros históricos precisos sobre esse início, a atividade foi ganhando espaço em outros países ao longo dos anos. No Brasil, o movimento começou por volta dos anos 2000 e passou a se consolidar há cerca de 15 anos, ainda de forma pouco conhecida no início. O boom mais recente ocorreu durante a pandemia, quando a casa passou a concentrar trabalho, escola e convivência. A sobrecarga dos ambientes escancaro...
Original source: G1 Brazil