Tocantins registrou 28 tremores de terra nos últimos 10 anos; veja qual foi o mais forte
Tremor foi registrado em Gurupi (TO) na madrugada de quinta-feira (21) Divulgação/Rede Sismográfica Brasileira Tremores de terra registrados no Tocantins nos últimos anos mostram que, embora o fenômeno não seja comum, ele ocorre e pode ser sentido pela população. O abalo sísmico mais recente aconteceu entre Cariri do Tocantins e Gurupi, na região sul. O tremor teve magnitude de 2,8 e foi captado por estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) - veja abaixo os 28 tremores registrados no estado. O sismo registrado na madrugada de quinta-feira (21) foi analisado pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Não houve relatos de moradores que tenham sentido o tremor, nem registro de danos. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O tremor mais forte entre os registros recentes ocorreu em dezembro de 2022, na cidade de Talismã, no sul do estado. O abalo atingiu magnitude de 3,4 e durou cerca de 45 segundos. Moradores relataram um forte barulho, semelhante a um trovão, seguido de tremores que fizeram janelas, portas e o chão vibrarem. LEIA TAMBÉM Tremor de terra de magnitude 2,8 é registrado no interior do TO, diz rede sismográfica Terceirização das UPAs de Palmas: entenda investigação da Polícia Civil Conheça os dois municípios do TO entre os piores colocados em qualidade de vida, segundo o IPS Tremor de terra é registrado no sul do estado Outro tremor que chamou atenção ocorreu em agosto de 2019, com magnitude 3,1 e registrado no município de Ipueiras. O evento também foi percebido por moradores de cidades vizinhas, como Santa Rosa do Tocantins e Silvanópolis. Na ocasião, relatos apontaram vibração semelhante à passagem de um caminhão pesado. Especialistas explicaram que tremores dessa magnitude não costumam causar grandes danos, embora possam provocar pequenas rachaduras, dependendo da proximidade. Os tremores de terra que ocorrem no interior do Brasil são irregulares e impossíveis de prever. Segundo o sismólogo Bruno Collaço, d...
Original source: G1 Brazil