Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral em SP
Casal transforma tampinhas e resíduos em óculos sustentáveis e cria marca autoral em SP O que para muita gente é lixo pode se transformar em estilo. Em São Paulo, tampinhas de garrafa, resíduos de armações e outros materiais descartados ganham nova vida nas mãos de um casal de empreendedores que criou uma marca de óculos sustentáveis e autorais. Antes de chegarem ao rosto dos clientes, as peças percorrem um caminho improvável: passam por um processo artesanal que reaproveita materiais e transforma resíduos em design. A marca foi criada por Vitor Frutuoso e Stephanie Oliveira, que decidiram unir experiência técnica e criatividade para desenvolver um produto com identidade própria. Do incômodo com o lixo ao nascimento do negócio🗑️ A ideia do empreendimento surgiu a partir de uma inquietação com o excesso de plástico descartado no centro de São Paulo. “A gente já sentia esse incômodo com o lixo plástico que via pela cidade. Então a marca já nasceu com um propósito”, conta o casal. Stephanie é designer e visagista, especializada em trabalhar a identidade e a expressão no rosto das pessoas. Já Vitor tem mais de duas décadas de experiência como técnico óptico e trabalhou por anos no mercado tradicional de óculos. Foi justamente no contato com clientes que surgiu o insight para criar algo diferente. “Muita gente dizia que estava procurando algo fora do comum. Isso me fez buscar algo novo”, afirma Vitor. Óculos feitos com tampinhas e resíduos plásticos viram negócio autoral Reprodução/PEGN Investimento inicial e desenvolvimento da marca 👓 Para tirar a ideia do papel, os empreendedores participaram de um programa de aceleração que ajudou a estruturar o negócio. Com o aporte inicial de R$ 45 mil, eles montaram um ateliê e compraram equipamentos que permitiram iniciar a produção das armações. Uma das matérias-primas utilizadas é o acetato, material feito a partir da fibra do algodão e de óleos vegetais. Além disso, sobras de produção também são reaproveitadas. “A indústria ...
Original source: G1 Brazil