Projetos focam em evitar desaparecimento de espécies ameaçadas no Brasil
Projeto de conservação foca na Ararajuba Do Cerrado à Amazônia, projetos de conservação tentam evitar o desaparecimento de algumas das espécies ameaçadas do Brasil. Entre elas estão aves como o pato-mergulhão, a ararajuba e a arara-azul-de-lear, que hoje dependem de ações de monitoramento, reintrodução e proteção de habitat para sobreviver. 📱 Receba conteúdos do Terra da Gente também no WhatsApp Em diferentes regiões do país, pesquisadores, comunidades locais e iniciativas de conservação trabalham para recuperar populações reduzidas por fatores como tráfico de animais, perda de habitat e degradação ambiental. Veja mais notícias do Terra da Gente: Periquito-cara-suja volta a se reproduzir na Serra da Ibiapaba após mais de 100 anos Baleias-jubartes batem recorde de distância e impressionam cientistas Nova planta descoberta no Maranhão já corre risco de extinção e desperta 'mistérios' Ação na Serra da Canastra Parte das ações desenvolvidas nas escolas também busca proteger o pato-mergulhão Na Serra da Canastra, em Minas Gerais, uma das principais preocupações é proteger o pato-mergulhão, considerado uma das aves aquáticas mais ameaçadas do Brasil. A espécie depende de rios limpos e ambientes preservados para sobreviver. Pesquisadores da região monitoram a presença da ave e desenvolvem ações de educação ambiental nas comunidades rurais próximas às áreas onde ela ainda é encontrada. A proposta é conscientizar moradores sobre a importância da conservação dos rios e nascentes da Canastra. A qualidade da água é considerada fundamental para a sobrevivência da espécie. Sensível às alterações ambientais, o pato-mergulhão precisa de cursos d’água preservados tanto para alimentação quanto para reprodução. Ararajuba BluestOne mantém parceria científica com a Fundação Lymington, que reproduz e devolve aves à natureza, com a ararajuba Crédito: Divulgação No Pará, outro projeto acompanha a reintrodução da ararajuba, ave que desapareceu da região por cerca de 100 anos. A espécie s...
Original source: G1 Brazil